Sábado, 12 Julho 2014
BIJUTERIAS E ACESSÓRIOS - FEIRA DA MADRUGADA SHOPPING

Feira da Madrugada (15)

Feira da Madrugada reabre com poucas lojas

Escrito por Quinta, 19 Dezembro 2013 22:24

Depois de sete meses fechada para reformas, a tradicional Feira da Madrugada, no Brás, centro de São Paulo, reabriu nesta quinta-feira (19) com poucas lojas e compradores decepcionados. A reabertura foi autorizada ontem pela prefeitura após a expedição do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros, atestando a segurança das instalações.

Agora de concreto, os boxes foram organizados por cores. Os corredores foram alargados, a iluminação e o piso trocados em uma reforma que custou R$ 20 milhões. De acordo com os comerciantes, a movimentação – que já foi de 15 mil pessoas por dia – só deve voltar ao normal no começo do ano que vem, depois que os comerciantes regularizarem o pagamento do IPTU (Imposto Sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana) e assentarem os pisos de suas barracas.

Dos 4.225 boxes, aproximadamente 2 mil estão aptos a reabrir. O restante aguarda autorização judicial porque alguns comerciantes foram impedidos de administrar mais de uma loja, embora alguns fossem proprietários de até 15 barracas. Outros comerciantes foram expulsos da feira por suposta aquisição irregular do ponto comercial.

“A gente ainda está se organizando. Muito vendedor precisa trazer sua mercadoria para cá”, avalia Eliane Maria da Silva, de 31 anos, dona de um Box na Ala 20. “Pouca gente sabe que feirinha reabriu.”

Cliente da feira há seis anos, a vendedora de bijuteria Elaine Cristina de Almeida (33) gostou da reforma, mas precisou comprar seus produtos em outro lugar. “Ficou mais bonito, mas como tem pouca loja aberta, a gente precisa andar demais aqui dentro. Então preferi comprar fora. Vou levar minha mercadoria para Bragança Paulista.”

 

Fernanda Ana Espindola (34) chegou no Brás e se surpreendeu com a feira aberta. Ela entrou, pesquisou, mas precisou comprar fora. “Está faltando loja. Mas a aparência ficou bem melhor", disse ela, que vende roupas masculinas em Monte Aprazível, cidade a 600 quilômetros da capital.

A maranhense Raquel Rodrigues (33) vai voltar para o Rio de Janeiro com roupas femininas compradas fora da feirinha. “Espero que as lojas reabram logo. O pior problema da feirinha antes da reforma era encontrar o vendedor porque a divisão era muito ruim. Espero que tenha melhorado.”

O comércio popular na região deve parar de funcionar no dia 23 de dezembro e retomar suas atividades no dia 3 de janeiro.

Fonte:IG

A Feira da Madrugada, no Brás, na região central de São Paulo, será reaberta no dia 15 de outubro. A Prefeitura anunciou nessa quarta-feira (04), a nova data para o início de funcionamento da Feirinha, após reunião entre a Secretaria de Coordenação das Subprefeituras e uma comissão de comerciantes na última segunda-feira (02).

 

 

 

 

A Feira da Madrugada vai reabrir no dia 8 de setembro, afirmou nesta quinta-feira (1) o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT). O centro de compras do Brás, na Zona Leste, está fechado desde maio após a Prefeitura de São Paulo determinar a realização de obras no local. Segundo o governo municipal, os bombeiros afirmaram que havia riscos e que o espaço não era adequado - não tinha as rotas de fuga necessárias, por exemplo.

O "compromisso" de reabrir a feira foi assumido por Haddad na quinta-feira (1) na solenidade de lançamento do Conselho Participativo Municipal. "Ela só não abriu antes porque nós tivemos problemas no Judiciário. Tivemos que cassar uma liminar que impediu o início das obras."

A reforma da Feira da Madrugada, no Pari, região central de São Paulo, vai demorar mais 60 dias. A informação foi confirmada pela Prefeitura à Justiça Federal nessa quinta-feira (4) após quase oito horas de audiência entre representantes dos comerciantes e do poder público na 24ª Vara Cível - a reunião foi até as 22h30. Inicialmente, a feira seria reaberta em agosto. A previsão, agora, é que os comerciantes voltem a trabalhar em setembro.

À Justiça, a Prefeitura alegou que o atraso se deve à própria ação judicial e à ação de feirantes, que estariam entrando no terreno. Questionada pela reportagem às 19h, antes da conclusão da audiência, a Prefeitura disse que o prazo inicial, de agosto, estava mantido.

Os comerciantes negam que estejam interferindo na obra. Durante a audiência, a administração municipal confirmou que alguns box estão sendo desmontados e que as portas de metal estão sendo guardadas para serem realocadas depois. Os 4 mil novos boxes serão de alvenaria com as portas metálicas. A reforma prevê, ainda, o aumento dos corredores e a instalação de extintores de incêndio. O Ministério Público Federal e a Justiça propuseram que ao menos 900 dos cerca de 4,5 mil comerciantes da feira pudessem trabalhar durante os trabalhos, mas a sugestão não foi aceita pelo Município.

 

 

 

Os comerciantes da Feira da Madrugada, no Brás (região central de SP), continuam nesta tarde com a manifestação na região, mas liberaram a avenida do Estado, segundo a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego).

A via ficou fechada em boa parte da manhã desta quinta-feira no sentido Santana (zona norte de SP). O grupo pede a reabertura imediata da feirinha que está fechada pela prefeitura para reforma.

Segundo a CET, o grupo interditava, por volta das 13h, a rua Monsenhor Andrade junto com a rua Oriente.

Outro protesto que ainda acontece na cidade é na reitoria da Unesp, no centro de São Paulo. Cerca de 200 estudantes invadiram o prédio da reitoria. A invasão aconteceu durante protesto convocado pelo Fórum das Seis --que reúne entidades representativas de funcionários, professores e estudantes da USP, Unicamp e Unesp-- por "democracia e isonomia" nas três universidades e no Centro Paula Souza.

Segundo a CET, a manifestação bloqueia completamente a rua Quirino de Andrade e complica o trânsito na região.

Às 14h, o fórum participa de uma audiência no auditório Paulo Kobayashi, na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, onde serão discutidos mais recursos para a educação.

Os protestos que aconteciam na avenida Paulista e na Radial Leste também foram encerradas no final da manhã de hoje. Na Paulista, funcionários da saúde ficaram no vão livre do Masp para protestar contra a decisão do governo federal de trazer médicos do exterior para que trabalhem no SUS (Sistema Único de Saúde). Segundo a CET, os manifestantes não atrapalharam o trânsito pois só invadiam a pista quando o semáforo fechava para os carros. O mesmo acontecia na Radial Leste, no cruzamento com a Almirante Brasil.

 

 

 

Feira da Madrugada atrasa reforma

Escrito por Terça, 02 Julho 2013 01:23

 

 

 

A reforma da Feira  da Madrugada, no Brás, Centro, está atrasada há 16 dias. O entrave acontece porque a Prefeitura ainda não entregou à Justiça Federal um relatório indicando quantidade de boxes e a legalidade de cada um deles. O prefeito Fernando Haddad (PT) tem até amanhã para enviar o parecer ao Judiciário.

Enquanto o mapeamento não for entregue ao juiz federal Victorio Giuzio Neto, as obras de reconstrução do espaço, motivo do fechamento da Feirinha, não podem começar.

A Justiça Federal de São Paulo decidiu, nesta terça-feira (4), que os boxes dos comerciantes da Feirinha da Madrugada, centro de comércio popular na região do Brás, no centro de São Paulo, permaneçam no local. A prefeitura mantém o direito de fechar a feira para reformas — local está interditado desde a madrugada de 29 de maio, mas não pode remover as barracas dos ambulantes.

De acordo com a decisão da Justiça, a prefeitura tem até 15 dias para apresentar relatório detalhado sobre a situação dos boxes instalados na feirinha.

Comerciantes da Feira da Madrugada, no Brás, região central de São Paulo, fizeram nesta segunda-feira uma manifestação pelas ruas da capital paulista em protesto contra o fechamento temporário da feirinha pela prefeitura para realização de obras de segurança no local. Os manifestantes pediam também agilidade da Justiça Federal no julgamento do caso, que se encontra no Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), em São Paulo. Segundo a Polícia Militar (PM), 700 pessoas participaram do protesto. De acordo com os organizadores, a manifestação reuniu 1,2 mil pessoas.

 Os manifestantes saíram da região do Brás, passaram pela avenida do Estado e chegaram, em caminhada, até a avenida Paulista, fechando uma faixa no sentido Paraíso-Consolação. Gritando "Queremos Trabalhar", os comerciantes fizeram rápida parada em frente ao fórum Ministro Pedro Lessa, da Justiça Federal, onde fizeram um apitaço. Depois, caminharam até a sede do TRF, também na avenida Paulista, onde o protesto continuou.

  O Tribunal Regional Federal cassou nesta segunda-feira (27) a liminar que permitia o funcionamento da Feira da Madrugada. Já na madrugada desta terça (28), a prefeitura fechará o local. A operação será realizada a partir das 2h. Os comerciantes terão até quarta (29) para retirar suas mercadorias. A feira é um tradicional ponto de comércio na região do Brás, no Centro de São Paulo, e seu funcionamento gera polêmica desde o início deste mês.

A prefeitura informou que na próxima segunda-feira (3) começa a reformar o lugar. O espaço permanecerá fechado e não serão permitidas operações em seu interior. Serão realizadas intervenções hidráulicas, elétricas e de alvenaria. A estimativa é que as obras durem 60 dias.

 

 

 

A Justiça Federal concedeu uma liminar na tarde desta quarta-feira (8) que mantém aberta a Feira da Madrugada, no Brás, na região central de São Paulo. A decisão suspende, portanto,  a interdição do espaço determinada pela Prefeitura por conta do risco de incêndio no local.

De acordo com o juiz federal Victorio Giuzio Neto, da 24ª Vara Federal Cível e responsável pela decisão, a interdição total da feira “é equivalente a fechar um shopping center porque duas ou três lojas encontram-se com extintores vencidos ou instalações elétricas irregulares”.

Segundo um laudo do Corpo de Bombeiros, a área onde a feira é realizada tem um alto risco de incêndio. A Prefeitura determinou, então, que os comerciantes retirassem as mercadorias até esta quinta-feira (9) do local, que passaria por uma reforma para se adequar às normas de segurança.

"É uma coisa que diz respeito à segurança dos próprios trabalhadores e dos visitantes daqueles que chegam à Feira da Madrugada. Imagina só aquela àrea com risco de incêndio sem a menor condição de entrada de profissionais para combater um eventual incêndio. Nós não queremos isso. Não há como resolver o problema com as pessoas ali. Eu preciso de um tempo para poder reformar a área”, disse Fernando Haddad sobre a suspensão, na semana passada.

A liminar concedida pela Justiça Federal garante o funcionamento da Feira da Madrugada, mas exige que diversas providências sejam tomadas, como a remoção de coberturas inflamáveis, colocação de equipamentos contra incêndio e a regularização das instalações elétricas que estão expostas.

 

Fonte:G1

 

 

 

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